
Aumenta a cada dia que passa o número de caras de pau que se dizem colunistas sociais, aqueles que bastou o cara ter um pouquinho de grana e ser frequentador das altas rodas para que seja badalado pelo "culhão-mor". Tem um cara de boneca de cera que nem implantando um dicionário em sua caixa de besteiras consegue ter um posicionamento correto diante de nossa sofrida língua portuguesa; também, com um burro dando coices a toda hora, não tem língua que aguente...
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